Um post sobre o Ano Novo, ou o dia em que eu encontrei a Felicidade Suprema
Eu deveria deixar os dois posts de Ano Novo para o Zerok escrever. Afinal, esta é a melhor noite do ano para ele. São milhares de mulheres com marquinha de biquíni por causa do Verão, bêbadas de prosecco e de calça branca.
Só que, como ele, eu também encontrei a Felicidade Suprema no Ano Novo, mesmo que longe dos quatro metros de rabanada da cozinha lá de casa.
É isso mesmo. Depois de anos e anos de análise, de viagens para o exterior e interior do Brasil, de ouvir espiritualistas e de ler centenas e centenas de livros, encontrei a Felicidade Suprema no banheiro da casa da festa de réveilon.
Eu já devia ter tomado uns quatro proseccos quando, três para a meia noite, me deu uma vontade danada de fazer xixi. E enquanto a gente não mija numa hora dessas fica muito, muito infeliz. Eu tinha duas opções: passar a meia noite abraçada nas minhas amigas e no primeiro moreno do ano, ou me aliviar.
Fui fazer xixi, lógico, o que me faz ter excelentes expectativas a respeito de 2005. Afinal, pela primeira vez eu não tive que me preocupar com a cor da calcinha com que passaria a virada do ano.

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