Segunda-feira, Dezembro 27, 2004

Um post sobre o Natal, ou sobre o que restou dele nos meus quadris

É fim de ano, época de avaliar nossas vidas. É por isso que hoje vou falar sobre uma das minhas maiores conquistas: o meu culote. Suo muito pra esta merda não chegar a um metro. Já imaginou, um metro de culote? Sou quase eu na horizontal.
Depois da cabeça, o culote é a parte mais dura do meu corpo. Aliás, nunca consegui entender porque a bunda não fica dura como o culote.
A questão é que, depois de anos tolerando esta instituição do meu corpo, decidi me livrar dela. Na porrada. Estou indo a uma massagista que fica esmurrando minha perna a fim de desestabilizar o culote. Pago uma fortuna, sofro muito e meu único consolo é pensar que a Angélica e a Mônica Carvalho também apanham naquela cama.
Sei não. Se eu fosse homem e minha mulher dissesse que estava gastando os tubos num troço desses, eu diria que, se ela quisesse, comigo apanharia de graça.
Combinei com o Zerok que este seria um post de Natal, mas como neste momento eu sou uma pessoa com mais rabanadas nos quadris, resolvi escrever sobre eles.